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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Ministro da Cultura " Concursos Musicais "

O ministro da Cultura, Boaventura Cardoso, disse ontem à noite, em Luanda, que a realização de concursos musicais constitui um elemento imprescindível para a promoção e divulgação de novos valores. Em declarações à imprensa no final do Festival da Canção de Luanda, promovido pela rádio Luanda Antena Comercial (LAC), Boaventura Cardoso disse que os concursos musicais dão oportunidades aos jovens músicos que não têm a possibilidade de gravar um disco, de mostrar os seus talentos e habilidades. De acordo com o governante, o sector empresarial constitui um parceiro importante na divulgação dos novos talentos. “É com festivais desta natureza que os jovens músicos podem expressar um pouco daquilo que sabem fazer no domínio da música”, frisou. Criado em 1998, o Festival da Canção de Luanda é uma organização da Luanda Antena Comercial (LAC) e tem como objectivos premiar a criatividade e originalidade dos compositores do género canção. Já venceram o concurso o grupo Kimpaba (1998), Mirol (1999), Artur Neves (2000), João Alexandre (2001), Kizua Gourgel (2002), Dodó Miranda (2004), Matias Damásio (2005), Celso Mambo (2006) e a dupla Dany e Pedro Bândua (2008).

Top dos Mais Queridos " 10 Finalistas "


A comissão organizadora do Top dos Mais Queridos, edição2008, já fez o apuramento dos 10 artistas mais votados pelos ouvintes da Rádio Nacional de Angola (RNA). A gala de consagração acontece no dia três de Outubro, a partir das 20horas, no Cine Atlântico, em Luanda. Eis os nomes:
1º Socorro
2º Melvy
3º Paulo Flores
4º Ary
5º Bruno M
6º Konde
7º Didelas
8º Yuri da Cunha
9º Cristo
10º Maya Cool

Até ao dia da realização do espectáculo de consagração, os ouvintes poderão continuar a votar nos 10 artistas finalistas para se encontrar o vencedor da presente edição. Ao vencedor caberá o prémio de 15 mil dólares, oito mil usd para o segundo classificado, 5 mil dólares para o terceiro e vencedor do prémio da crítica recebe 10 mil usd. Cronologia dos vencedores:

1982 - Categoria de Artista Individual – Pedrito
Categoria de Banda Musical - Jovens do Prenda
1983 - Categoria de Artista Individual – Proletário
Categoria de Banda Musical -Jovens do Prenda
1984 - Categoria de Artista Individual – Pedrito
Categoria de Banda Musical -Os Kiezos
1985 - Categoria de Artista Individual - José Kafala
Categoria de Banda Musical - Os Kiezos
1986 - Pedrito 1987 - Mamborró
1988 - Jacinto Tchipa
1989 - Jacinto Tchipa
1990 - Os Pacíficos
1991- Moniz de Almeida
2001- Jovem Leão
2002 - Euclides da Lomba
2003 - Patrícia Faria
2004 - Sabino Henda
2005 - Bangão
2006 - Mig
2007 - Matias Damásio

Show " Som e Verão "

A Rádio Escola e a Arena Atlântida realizam amanhã, a partir das 18h00, defronte ao hotel Panorama, a primeira edição do “Show Som e Verão”, num espectáculo que vai juntar vários músicos da nossa praça. Denominado “Bye Bye Cacimbo”, a iniciativa visa proporcionar aos luandenses e não só momentos de recreação. O espectáculo, que terá três horas de duração, reserva igualmente momentos de poesia e teatro e será animado por um elenco artístico constituído pelos artistas Mamukueno, Tata Ngana, 02, Yola Araújo, Erica Nelumba, Paul G, Big Nelo e KG One, dentre outros.

Taag " Voa para China "

A companhia de bandeira angolana, TAAG, começa a voar para a República Popular da China a partir de Outubro. O dado foi avançado ontem, em Beijing, pelo director comercial adjunto da companhia, Jacinto Júnior, no final das negociações sobre serviço aéreo entre os dois países.Numa primeira fase, a TAAG escolheu como destinos as cidades de Beijing e Nguanzou. A companhia angolana aguarda, agora, pela cedência de espaço e horários específicos, a serem concedidos pelo Comité de Horários da China.Para a ligação, a transportadora nacional prevê operar com o Boeing777-200 ER ou o Boeing 747-300.O memorando de entendimento entre as autoridades aeronáuticas dos dois países foi assinado ontem. O director geral do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAVIC), António Pombal, rubricou o acordo pela parte angolana. A rentabilidade da rota está mais do que comprovada e interessa aos dois Estados. Por um lado, pelo elevado número de empresas chinesas que trabalham em Angola, nas mais diversas empreitadas a apoiar o processo de reconstrução nacional e, por outro, pelo número de grandes e médios empresários angolanos que têm a República Popular da China como principal fonte de abastecimento de mercadorias.No geral, não houve grandes divergências de pontos de vista durante os quatro dias de discussões. Apenas algumas questões como as formas de resolução dos diferendos, a designação das companhias e a definição do território.No primeiro ponto, por exemplo, a China entende que os diferendos deverão ser resolvidos entre os dois países pela via diplomática. Angola, por uma questão de conformidade com as normas e procedimentos do órgão que rege a aviação civil a nível internacional, defende e fez valer a sua proposta de os diferendos serem resolvidos em duas fases: a nível de Estados, do ponto de vista técnico, e através de um tribunal arbitral, nos moldes do previsto pela ICAO.Quanto às companhias, o acordo padrão da República de Angola consagra a única designação (TAAG) e a proposta chinesa propõem uma múltipla designação, ou seja, mais de uma companhia pode operar a rota negociada. Assim, do lado angolano, permaneceu a posição de ser a TAAG a única companhia angolana a voar para a China. Já os chineses poderão fazê-lo com pelo menos duas companhias.